Na quinta-feira (4/10) foi aprovada a emenda do Vereador Marcelo Danéris que inclui no plano de metas do Plano Plurianual 2006 a 2009 a construção do Hospital Geral da Restinga, a ser realizado em 2008. O governo municipal havia retirado do Plano a construção do Hospital que em 2004 já tinha local definido e convênio firmado com o Hospital Moinhos de Vento para implantação dos serviços. Foram aprovadas ainda outras emendas dos vereadores Dr. Raul (PMDB), incluindo a criação do Centro do Planejamento Familiar; e da vereadora Maria Celeste (PT), o Programa Cidade Acessível.
Vamos agora ficar de olho para que estas emendas saiam do papel.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
O melhor para o PT é a militância, não o Ibope
A história do PT é marcada pela intensa participação de seus militantes na vida interna do partido e na definição de suas políticas. Nosso partido nasceu fazendo a crítica do burocratismo e da lógica que desrespeita as instâncias partidárias e o debate interno. No ano que vem, estaremos enfrentando um duro embate eleitoral em Porto Alegre. O PT tem reais chances de vitória. Para isso, deve armar sua militância com um projeto que enfrente o desmonte da cidade patrocinado pelo governo Fogaça e apresente um programa de desenvolvimento e de futuro que torne Porto Alegre, mais uma vez, uma referência mundial de democracia e qualidade de vida.
Temos importantes decisões a tomar no próximo período. Decisões que exigem um profundo e qualificado debate interno sobre qual o caminho que devemos seguir. Como costuma acontecer neste período, começam a surgir pesquisas eleitorais. A mais recente delas é a pesquisa Ibope, encomendada pelo jornal Zero Hora e publicada no domingo, 30 de setembro. Ao longo de nossa história política aqui no Rio Grande do Sul, já conhecemos os interesses e significados políticos que acompanham tais pesquisas, especialmente as do instituto Ibope.
A mais recente pesquisa Ibope foi publicada um dia depois de o prefeito José Fogaça ter anunciado sua segunda mudança de partido em seis anos, fato que repercutiu negativamente junto à população. No entanto, tal pesquisa não captou essa repercussão negativa, sendo realizada nos dias imediatamente anteriores à decisão de Fogaça. Além disso, apresenta o prefeito na frente em todos os cenários, um resultado que se choca com o alto índice de reprovação da atual administração. Sabemos há muito tempo que tais pesquisas não são inocentes. Essa, objetivamente, blindou Fogaça de qualquer repercussão negativa sobre sua decisão de mudar de partido mais uma vez.
Essa já seria uma razão suficiente para não propor a substituição das instâncias partidárias e do debate interno por uma pesquisa Ibope. Mas não é a principal. A qualidade da nossa intervenção política e nosso compromisso programático com um projeto de esquerda é incompatível com esse tipo de decisão. Quem toma as decisões dentro do PT é sua militância, participando ativamente dos debates internos do partido. Quem constrói as vitórias do PT não são institutos de pesquisa, mas sim sua militância nas ruas.
O melhor para o PT não é definido pelo Ibope. Precisamos de mais PT e menos Ibope.
Carlos Pestana
Carlos Todeschini
Chico Vicente
Jorge Branco
Marcelo Danéris
Mauro Pinheiro
Sofia Cavedon
Temos importantes decisões a tomar no próximo período. Decisões que exigem um profundo e qualificado debate interno sobre qual o caminho que devemos seguir. Como costuma acontecer neste período, começam a surgir pesquisas eleitorais. A mais recente delas é a pesquisa Ibope, encomendada pelo jornal Zero Hora e publicada no domingo, 30 de setembro. Ao longo de nossa história política aqui no Rio Grande do Sul, já conhecemos os interesses e significados políticos que acompanham tais pesquisas, especialmente as do instituto Ibope.
A mais recente pesquisa Ibope foi publicada um dia depois de o prefeito José Fogaça ter anunciado sua segunda mudança de partido em seis anos, fato que repercutiu negativamente junto à população. No entanto, tal pesquisa não captou essa repercussão negativa, sendo realizada nos dias imediatamente anteriores à decisão de Fogaça. Além disso, apresenta o prefeito na frente em todos os cenários, um resultado que se choca com o alto índice de reprovação da atual administração. Sabemos há muito tempo que tais pesquisas não são inocentes. Essa, objetivamente, blindou Fogaça de qualquer repercussão negativa sobre sua decisão de mudar de partido mais uma vez.
Essa já seria uma razão suficiente para não propor a substituição das instâncias partidárias e do debate interno por uma pesquisa Ibope. Mas não é a principal. A qualidade da nossa intervenção política e nosso compromisso programático com um projeto de esquerda é incompatível com esse tipo de decisão. Quem toma as decisões dentro do PT é sua militância, participando ativamente dos debates internos do partido. Quem constrói as vitórias do PT não são institutos de pesquisa, mas sim sua militância nas ruas.
O melhor para o PT não é definido pelo Ibope. Precisamos de mais PT e menos Ibope.
Carlos Pestana
Carlos Todeschini
Chico Vicente
Jorge Branco
Marcelo Danéris
Mauro Pinheiro
Sofia Cavedon
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Municipários rejeitam alteração no Previmpa

Está no site da Câmara.
A pedido dos municipários, a presidenta da Câmara Municipal, vereadora Maria Celeste (PT), juntamente com a Mesa Diretora da Casa e líderes de bancada, realizou na tarde desta terça-feira (2/10) reunião com a categoria para tratar sobre o projeto de lei do Executivo Municipal que altera a lei da Previdência dos Municipários de Porto Alegre (Previmpa).
Os servidores fizeram uma manifestação no plenário para sensibilizar os parlamentares, bem como impedir a votação do projeto que está em tramitação no Legislativo da Capital. Como encaminhamento da reunião, ficou definido que será realizada uma audiência pública na Casa para possibilitar um debate sobre o projeto de lei entre servidores, Executivo e vereadores.
Conforme a presidenta do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa), Carmem Padilha, está prevista na proposta a retirada de direitos históricos da categoria. O governo propõe o fim da paridade salarial entre ativos e inativos, que significa que, quando houver aumento salarial para a categoria, este aumento não será repassado integralmente aos servidores inativos. Outra alteração é a redução das pensões para 80% do valor recebido pelo servidor aposentado.
“Queremos a garantia da paridade salarial. O Previmpa é uma conquista dos servidores públicos municipais e agora querem nos arrancar esse direitos adquiridos”, reiterou Carmem. A presidenta do Simpa disse ainda a proposta de alteração da lei do Executivo não foi discutida com a categoria.
Após a audiência, os municipários visitaram os gabinetes dos vereadores para conhecer a posição de cada parlamentar, se estão a favor ou contra o projeto. Segundo Carmem, o resultado desta pesquisa será amplamente divulgado.
Alessandra Obem (reg. prof. 6784)
A pedido dos municipários, a presidenta da Câmara Municipal, vereadora Maria Celeste (PT), juntamente com a Mesa Diretora da Casa e líderes de bancada, realizou na tarde desta terça-feira (2/10) reunião com a categoria para tratar sobre o projeto de lei do Executivo Municipal que altera a lei da Previdência dos Municipários de Porto Alegre (Previmpa).
Os servidores fizeram uma manifestação no plenário para sensibilizar os parlamentares, bem como impedir a votação do projeto que está em tramitação no Legislativo da Capital. Como encaminhamento da reunião, ficou definido que será realizada uma audiência pública na Casa para possibilitar um debate sobre o projeto de lei entre servidores, Executivo e vereadores.
Conforme a presidenta do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa), Carmem Padilha, está prevista na proposta a retirada de direitos históricos da categoria. O governo propõe o fim da paridade salarial entre ativos e inativos, que significa que, quando houver aumento salarial para a categoria, este aumento não será repassado integralmente aos servidores inativos. Outra alteração é a redução das pensões para 80% do valor recebido pelo servidor aposentado.
“Queremos a garantia da paridade salarial. O Previmpa é uma conquista dos servidores públicos municipais e agora querem nos arrancar esse direitos adquiridos”, reiterou Carmem. A presidenta do Simpa disse ainda a proposta de alteração da lei do Executivo não foi discutida com a categoria.
Após a audiência, os municipários visitaram os gabinetes dos vereadores para conhecer a posição de cada parlamentar, se estão a favor ou contra o projeto. Segundo Carmem, o resultado desta pesquisa será amplamente divulgado.
Alessandra Obem (reg. prof. 6784)
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Nota da Bancada do PT na Câmara de Porto Alegre
FOGAÇA NÃO TINHA NADA PARA APRESENTAR NOS SEUS 1000 DIAS DE GOVERNO, APENAS ANUNCIOU A SAÍDA DE SEU PARTIDO
Senhores(as),
A Bancada de Vereadores do Partido dos Trabalhadores(PT) não poderia se calar diante do quadro político, partidário e dos prenúncios de abertura da sucessão na Prefeitura de Porto Alegre, a partir da saída do Prefeito José Fogaça do PPS, com sua entrada no PMDB, que havia deixado há 6 anos.
O Prefeito José Fogaça vinha sustentando publicamente que não sairia de seu partido, apesar das investidas do PMDB e das evidências, como a ida de alguns de seus assessores ao PMDB meses antes. O Prefeito José Fogaça também sustentara - quando não se elegeu para um 3° mandato de senador - que deixaria a política, mas voltou atrás e se candidatou para ser prefeito da capital.
A pergunta que se coloca é: quando acreditar na sua palavra?
O Prefeito voltou ao PMDB com a justificativa política que sua opção era pessoal, de foro íntimo. Algo que depõe contra a tradição política do Rio Grande do Sul, que sempre se pautou por idéias, como foram os chimangos e os maragatos, como foi o velho PTB de João Goulart e de Leonel Brizola, do Partido Libertador de Raul Pilla. Agora, com esta postura de José Fogaça o que vale é o troca-troca, o pensamento individualista, personalístico, a barganha de sigla, uma espécie de barriga de aluguel.
A esperteza, o oportunismo e o carreirismo não vão vingar na capital dos gaúchos. O povo estará atento a estes procedimentos escusos.
Diante deste quadro, a Bancada do PT continuará a denunciar a situação de descaso nos serviços básicos da cidade, como a falta de recolhimento de lixo, deixando a cidade suja, os buracos nas ruas, tornando as ruas intransitáveis, a falta de 20% de pontos de luz, deixando partes inteiras da cidade às escuras. Continuaremos a cobrar os serviços de saúde que estão cada vez mais precários.
Repetimos: vamos cobrar as obras atrasadas do Conduto Álvaro Chaves.
Finalmente, como oposição responsável, seremos como sempre propositivos, mostrando o que é possível fazer e de que forma.
Senhores(as),
A Bancada de Vereadores do Partido dos Trabalhadores(PT) não poderia se calar diante do quadro político, partidário e dos prenúncios de abertura da sucessão na Prefeitura de Porto Alegre, a partir da saída do Prefeito José Fogaça do PPS, com sua entrada no PMDB, que havia deixado há 6 anos.
O Prefeito José Fogaça vinha sustentando publicamente que não sairia de seu partido, apesar das investidas do PMDB e das evidências, como a ida de alguns de seus assessores ao PMDB meses antes. O Prefeito José Fogaça também sustentara - quando não se elegeu para um 3° mandato de senador - que deixaria a política, mas voltou atrás e se candidatou para ser prefeito da capital.
A pergunta que se coloca é: quando acreditar na sua palavra?
O Prefeito voltou ao PMDB com a justificativa política que sua opção era pessoal, de foro íntimo. Algo que depõe contra a tradição política do Rio Grande do Sul, que sempre se pautou por idéias, como foram os chimangos e os maragatos, como foi o velho PTB de João Goulart e de Leonel Brizola, do Partido Libertador de Raul Pilla. Agora, com esta postura de José Fogaça o que vale é o troca-troca, o pensamento individualista, personalístico, a barganha de sigla, uma espécie de barriga de aluguel.
A esperteza, o oportunismo e o carreirismo não vão vingar na capital dos gaúchos. O povo estará atento a estes procedimentos escusos.
Diante deste quadro, a Bancada do PT continuará a denunciar a situação de descaso nos serviços básicos da cidade, como a falta de recolhimento de lixo, deixando a cidade suja, os buracos nas ruas, tornando as ruas intransitáveis, a falta de 20% de pontos de luz, deixando partes inteiras da cidade às escuras. Continuaremos a cobrar os serviços de saúde que estão cada vez mais precários.
Repetimos: vamos cobrar as obras atrasadas do Conduto Álvaro Chaves.
Finalmente, como oposição responsável, seremos como sempre propositivos, mostrando o que é possível fazer e de que forma.
ADELI SELL
ALDACIR OLIBONI
CARLOS COMASSETTO
CARLOS TODESCHINI
GUILHERME BARBOSA
MARCELO DANÉRIS
MARGARETE MORAES
MARIA CELESTE
SOFIA CAVEDON
ALDACIR OLIBONI
CARLOS COMASSETTO
CARLOS TODESCHINI
GUILHERME BARBOSA
MARCELO DANÉRIS
MARGARETE MORAES
MARIA CELESTE
SOFIA CAVEDON
MOMENTO POÉTICO

O MAPA
Livre adaptação da poesia “O Mapa” de Mario Quintana
Um olhar sobre a “Governança Fogaça”
Olho o mapa da cidade
Como se, hoje, exumasse
O corpo inerte de um morto...
(Abandonado e amorfo!)
Sinto uma dor infinita
Nas ruas, não mais alegres,
Como num dia encontrei...
Há tanta coisa esquisita,
Que só em propaganda é vista...
Tem moradia social,
Que existe só no jornal...
Quando tem teto e parede
É da Caixa Federal...
A prefeitura não investe!
E tem os tais dos Portais,
Fascinantes realidades virtuais,
Coisas não vistas, jamais...
Mas na dura realidade
A cidade ta descuidada,
Ruas e praças esburacadas,
Cuidados, só p’ra elite...
Aos que andam atrasados,
Restam ossos destroncados...
Até quando se permite?
Um olhar sobre a “Governança Fogaça”
Olho o mapa da cidade
Como se, hoje, exumasse
O corpo inerte de um morto...
(Abandonado e amorfo!)
Sinto uma dor infinita
Nas ruas, não mais alegres,
Como num dia encontrei...
Há tanta coisa esquisita,
Que só em propaganda é vista...
Tem moradia social,
Que existe só no jornal...
Quando tem teto e parede
É da Caixa Federal...
A prefeitura não investe!
E tem os tais dos Portais,
Fascinantes realidades virtuais,
Coisas não vistas, jamais...
Mas na dura realidade
A cidade ta descuidada,
Ruas e praças esburacadas,
Cuidados, só p’ra elite...
Aos que andam atrasados,
Restam ossos destroncados...
Até quando se permite?
“Na cidade dos excluídos,
Sobram seres desnutridos...
Essa mudança não tem graça,
Cadê a Governança Fogaça ?”
Autor: Paulo Guarnieri
Inspiração: Manoel Rocha
Colaboração: Ilza do Canto e Marcelo Danéris
Sobram seres desnutridos...
Essa mudança não tem graça,
Cadê a Governança Fogaça ?”
Autor: Paulo Guarnieri
Inspiração: Manoel Rocha
Colaboração: Ilza do Canto e Marcelo Danéris
Rossetto quer prévias este ano

Está no Blog RS Urgente
Pré-candidato à prefeitura de Porto Alegre, Miguel Rossetto (PT), divulgou nota defendendo que as prévias para definir o candidato do partido na eleição municipal de 2008 sejam realizadas ainda este ano. “Tenho convicção de que essa definição é fundamental para o partido elaborar sua estratégia para a disputa eleitoral de 2008, para debater um projeto para a cidade e para que nossa militância possa começar o ano preparada para o duro embate político que se aproxima”, afirma a nota. Para Rossetto, o PT tem reais chances de vitória nas eleições de 2008, o que “só reforça a necessidade de definirmos ainda este ano a estratégia do partido”.
A Executiva Nacional do PT aprovou a antecipação das prévias para este ano, mas ela tem que ser aprovada por uma maioria de dois terços na Executiva Municipal do partido. Em Porto Alegre, a Executiva Municipal deve debater esse tema esta semana. A outra pré-candidatura do PT, da deputada federal Maria do Rosário, quer empurrar as prévias para 2008.
A Executiva Nacional do PT aprovou a antecipação das prévias para este ano, mas ela tem que ser aprovada por uma maioria de dois terços na Executiva Municipal do partido. Em Porto Alegre, a Executiva Municipal deve debater esse tema esta semana. A outra pré-candidatura do PT, da deputada federal Maria do Rosário, quer empurrar as prévias para 2008.
A Curiosa Coincidência do Ibope
Está no Blog RS Urgente
Um dia após o prefeito José Fogaça ter anunciado a saída do PPS e o ingresso no PMDB, o jornal Zero Hora publica uma pesquisa Ibope sobre a sucessão municipal em Porto Alegre. Feita entre os dias 22 e 26 de setembro, com 602 eleitores, a primeira pesquisa eleitoral de ZH não captou o impacto da decisão do prefeito junto à população. “Ibope mostra Fogaça à frente”, noticia ZH. A pesquisa apresenta um levantamento espontâneo e oito estimulados, além de dez simulações de segundo turno. Em todos os cenários que tem seu nome incluído, Fogaça aparece na frente. Na pesquisa espontânea, ele tem 13%, seguido por Manuela/PC do B (6%), Luciana Genro/PSol (5), Maria do Rosário/PT (5%), Olívio Dutra/PT (3%) e Onyx Lorenzoni/PT (3%). Nos cenários estimulados, Fogaça tem índices que variam de 22 a 29%. No mais apertado, ele faz 22%, contra 14% de Maria do Rosário.
O atual prefeito apresenta também o maior índice de rejeição (29%), seguido por Ibsen Pinheiro/PMDB (19%), Onyx Lorenzoni/DEM (18%) e Maria do Rosário (15%). Na pesquisa estimulada, Manuela varia entre 13% e 17%, e Luciana Genro, entre 11% e 19%. Na disputa interna petista, Rosário aparece na frente de Miguel Rossetto, que tem 1% na espontânea e índices que variam de 3 a 8% nas estimuladas. Nas simulações de segundo turno, Fogaça aparece na frente de Rossetto (41 a 23%), de Rosário (38 a 34%), de Manuela (37 a 34%), de Luciana Genro (39 a 30%) e de Onyx (38 a 23%), entre outros cenários. Considerando os antecedentes das pesquisas RBS/Ibope no RS, são números que valem o que valem e refletem muito a visibilidade midiática de cada candidato. Uma das coisas que mais chama a atenção na pesquisa é a coincidência de sua divulgação logo após a mudança de partido de Fogaça, sem captar a repercussão dessa mudança. Coincidência?
Um dia após o prefeito José Fogaça ter anunciado a saída do PPS e o ingresso no PMDB, o jornal Zero Hora publica uma pesquisa Ibope sobre a sucessão municipal em Porto Alegre. Feita entre os dias 22 e 26 de setembro, com 602 eleitores, a primeira pesquisa eleitoral de ZH não captou o impacto da decisão do prefeito junto à população. “Ibope mostra Fogaça à frente”, noticia ZH. A pesquisa apresenta um levantamento espontâneo e oito estimulados, além de dez simulações de segundo turno. Em todos os cenários que tem seu nome incluído, Fogaça aparece na frente. Na pesquisa espontânea, ele tem 13%, seguido por Manuela/PC do B (6%), Luciana Genro/PSol (5), Maria do Rosário/PT (5%), Olívio Dutra/PT (3%) e Onyx Lorenzoni/PT (3%). Nos cenários estimulados, Fogaça tem índices que variam de 22 a 29%. No mais apertado, ele faz 22%, contra 14% de Maria do Rosário.
O atual prefeito apresenta também o maior índice de rejeição (29%), seguido por Ibsen Pinheiro/PMDB (19%), Onyx Lorenzoni/DEM (18%) e Maria do Rosário (15%). Na pesquisa estimulada, Manuela varia entre 13% e 17%, e Luciana Genro, entre 11% e 19%. Na disputa interna petista, Rosário aparece na frente de Miguel Rossetto, que tem 1% na espontânea e índices que variam de 3 a 8% nas estimuladas. Nas simulações de segundo turno, Fogaça aparece na frente de Rossetto (41 a 23%), de Rosário (38 a 34%), de Manuela (37 a 34%), de Luciana Genro (39 a 30%) e de Onyx (38 a 23%), entre outros cenários. Considerando os antecedentes das pesquisas RBS/Ibope no RS, são números que valem o que valem e refletem muito a visibilidade midiática de cada candidato. Uma das coisas que mais chama a atenção na pesquisa é a coincidência de sua divulgação logo após a mudança de partido de Fogaça, sem captar a repercussão dessa mudança. Coincidência?
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